Suspeitos de matar supervisor do CRB morrem em confronto com a polícia

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por Redação do Interior

Uma operação integrada das forças de segurança de Alagoas resultou na morte do autor e dos cúmplices do assassinato de Johanisson Lima, supervisor das categorias de base do Clube de Regatas Brasil (CRB). A ação policial ocorreu após a localização dos suspeitos, que reagiram à abordagem e entraram em confronto armado com equipes da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/AL), Polícia Militar e Polícia Civil.

De acordo com informações oficiais divulgadas pela SSP/AL, os suspeitos efetuaram disparos de arma de fogo contra as guarnições durante a tentativa de abordagem. Diante da reação armada, os policiais revidaram. Os envolvidos foram atingidos, socorridos e encaminhados para atendimento médico, mas não resistiram aos ferimentos.

A Secretaria de Segurança Pública informou que a operação foi resultado de um trabalho integrado de inteligência e investigação, que permitiu a rápida identificação e localização dos responsáveis pelo crime. Segundo o órgão, todos os procedimentos legais foram adotados, e as circunstâncias do confronto serão apuradas pelos órgãos competentes, conforme determina a legislação.

Apesar da confirmação das mortes, a SSP destacou que as informações ainda são preliminares. Para esclarecer os detalhes da operação e do andamento das investigações, a cúpula da SSP, da Polícia Militar e da Polícia Civil convocou uma coletiva de imprensa para a próxima segunda-feira (26).

Quem era Johanisson Lima

Johanisson Lima tinha 33 anos e era conhecido no meio esportivo como “Joba”. Ele atuava como supervisor das categorias de base do CRB e era considerado um profissional respeitado no futebol alagoano.

O crime aconteceu na manhã da sexta-feira, 23 de janeiro, no bairro Santa Lúcia, em Maceió. Johanisson aguardava uma van para se deslocar ao trabalho quando foi alvejado por disparos de arma de fogo. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que um homem se aproxima em uma bicicleta e efetua os tiros.

A Polícia Civil descartou a hipótese de latrocínio e classificou o caso como homicídio com características de execução, linha que segue sendo investigada.

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