Por Redação do Interior
A Fifa divulgou nesta segunda-feira (22) o ranking final de seleções masculinas de 2025, encerrando oficialmente a temporada do futebol internacional. A lista confirma um cenário que já vinha se desenhando ao longo dos últimos anos: o Brasil terminou o ano na 5ª colocação, mantendo-se entre as principais potências do mundo, mas distante do topo da classificação.
No ranking divulgado pela entidade, as quatro primeiras posições ficaram com Espanha, Argentina, França e Inglaterra, respectivamente. A Seleção Brasileira aparece logo atrás, à frente de Portugal, Holanda, Bélgica, Alemanha e Croácia, completando o top 10.
Estagnação no top 5
O resultado de 2025 mostra tendência de estabilidade — e, ao mesmo tempo, de estagnação — da Seleção Brasileira no ranking da Fifa. Esta é a terceira temporada consecutiva em que o Brasil encerra o ano na 5ª posição:
- 2025: 5º lugar
- 2024: 5º lugar
- 2023: 5º lugar
O contraste fica evidente quando se observa o período imediatamente anterior. Em 2022, ano da Copa do Mundo do Catar, o Brasil terminou como líder do ranking mundial, após uma sequência consistente de resultados. Antes disso, vinha ocupando posições mais altas de forma regular:
- 2021: 2º lugar
- 2020: 3º lugar
- 2019: 3º lugar
- 2018: 3º lugar
Ou seja, apesar de permanecer entre as cinco melhores seleções do planeta, o Brasil não conseguiu retomar o protagonismo absoluto que marcou boa parte da última década.
Como funciona o ranking da Fifa
O ranking da Fifa é calculado com base em um sistema de pontuação que considera:
- o resultado das partidas (vitória, empate ou derrota);
- a importância do jogo (amistosos têm peso menor que competições oficiais);
- a força do adversário;o contexto da competição (eliminatórias, torneios continentais ou mundiais).
Assim, oscilações de desempenho em partidas oficiais e resultados contra seleções diretas na disputa pelo topo impactam diretamente a posição final.
O que o resultado indica
A 5ª colocação no ranking de 2025 indica que o Brasil segue competitivo e respeitado no cenário internacional, mas também evidencia dificuldades para superar rivais diretos, especialmente seleções europeias e a Argentina, atual campeã mundial.
Mais do que um dado estatístico, o ranking expõe um desafio esportivo e simbólico: voltar a figurar entre os dois ou três primeiros colocados, patamar que historicamente sempre foi tratado como referência para a Seleção Brasileira.
