Livro “Arapiraca, Memória Viva” completa um ano de lançamento preservando a história e identidade do município

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Obra homenageia personalidades e registra a trajetória dos 100 anos de Arapiraca

Eli Mário Magalhães

Há um ano, Arapiraca celebrava não apenas seu centenário de emancipação política, mas também o nascimento de uma obra literária que se tornou símbolo de memória e identidade local. O livro “Arapiraca, Memória Viva — 100 Anos de História” completa agora um ano de circulação, reafirmando sua importância como registro histórico e homenagem aos personagens que ajudaram a construir a capital do Agreste alagoano.

Escrito pelos jornalistas Manoel Lira, Roberto Baía e Eli Mário Magalhães, o livro reúne fatos, memórias e relatos de nativos e imigrantes que contribuíram para o desenvolvimento de Arapiraca ao longo do último século. A obra foi lançada no Centro Administrativo Antônio Rocha, em evento que reuniu autoridades, artistas e representantes de famílias tradicionais da cidade.

Com apoio da Prefeitura de Arapiraca e do Governo de Alagoas, o projeto teve revisão de José Ventura Filho e diagramação de José Adnael Silva, resultando em um trabalho que mescla rigor histórico e sensibilidade jornalística. O livro se propõe a ser uma ponte entre o passado e o presente, narrando desde os primeiros registros da antiga povoação até o crescimento urbano e econômico que transformou Arapiraca em um dos municípios mais importantes do interior nordestino.

Durante o lançamento, famílias pioneiras e personalidades locais foram homenageadas, reforçando o caráter humano e afetivo da publicação. Ao longo de 2025, o livro também inspirou outras ações comemorativas do centenário, como exposições, homenagens e projetos educativos nas escolas municipais.

Segundo os autores, “Arapiraca, Memória Viva” busca “dar voz à história da cidade contada por quem a viveu”, valorizando a cultura local e perpetuando as memórias que moldaram a identidade do município.

Mesmo um ano após o lançamento, o livro segue sendo referência para pesquisadores, educadores e estudantes interessados em conhecer a trajetória de Arapiraca. A obra reforça a importância de preservar a memória coletiva como forma de compreender o presente e projetar o futuro da cidade que completou um século de história em 2024.

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